10 09, 2017

Post Rápido: Abiru

Por |setembro 10th, 2017|Interior SP|0 Comentários|

Post rápido. Sempre visitamos restaurantes, mas nem sempre temos tempo de postar. Geralmente separamos as fotos em pastas com o nome dos locais, no momento há 16 pastas. Portando escolhi algumas mais relevantes para postar. E as restantes deixamos para uma nova visita ou oportunidade. De forma bem resumida eis o primeiro. (vale falar que a escolha não foi pela qualidade, mas pela experiência que o restaurante dá ao usuário)

O primeiro é o Abiru, restaurante em Guararema, situada entre o Alto Tietê e o Vale do Paraíba, são 85 km de distância de São Paulo, cerca de 1H15MIN, ou seja, dá para ir e voltar no mesmo dia. São vários restaurantes nas ruas turísticas, mas escolhemos esse.

Lugar simples, aberto, sem ar condicionado. Apenas ombrellones para proteger do sol, o que nem sempre funciona. São poucos lugares por isso chegue cedo.

O atendimento é amador, tentando certa simpatia forçada, mas ok, com o tempo deve melhorar. O prato: um tal de “parmegiana do pajé”, filé de tilápia à parmegiana, banana frita (verde, ótima), arroz e batata frita (boa). Simples, mas sem algum diferencial, o que poderia ser interessante. Sem temperos e ingredientes diferentes não passa de um curioso prato “pajé pirou”. É uma tentativa de um trash food tropical. É bom.

Enfim, vale um retorno para experimentar outras opções, como o pirarucu selado no azeite e assado na folha de bananeira (com certeza uma melhor escolha).

E tem música ao vivo.

Vale o passeio, vale o ambiente:

O Parmegiana do Pajé

Onde: Rua Coronel Ramalho, 315. Guararema, SP.
Quanto: Parmegiana do Pajé: R$ 115,00.
Quando: quarta – domingo. A partir 11:30
Opção Vegetariana: Não.
Sugestões: -.
Como pagar: cartão ou dinheiro.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: só do trem turístico, que não sai da cidade!
Acessibilidade: Sim.
Site: –
Telefone:
Data visita: Setembro de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/abirubarerestaurante/
Observações: .
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Parmegiana do Pajé

11 06, 2017

Liberdade…. Aska

Por |junho 11th, 2017|Oriental, Restaurantes, São Paulo, Típicas|0 Comentários|

Sou um desses chatos que não suportam fila, mas enfrentei uma para comer no tão falado Aska, restaurante de “lámen”. Mas voltamos em breve para esse inconveniente.

O Lámen (pronuncia-se “raamen” e significa “massa esticada”) é de origem chinesa, mas se deu muito bem nas terras nipônicas. Basicamente uma sopa de macarrão, com verduras, carnes, frutos do mar, cebolinha, moyashi e broto de bambu. O lámen sempre possui um caldo base, que no caso do Aska pode ser: shoyo (com shoyo, óóó), misso (com pasta de soja) e shio (temperado apenas com sal). É bom saber antes de ir, pois não há muita paciência nos garçons para explicar a cada cliente que chega em sua primeira aventura no mundo do lámen.

Enfim, a primeira experiência com o restaurante é: sim, você vai ter que esperar. “ah, mas posso ir mais cedo ou em horário não usual”, pode, mas vai pegar fila de espera do mesmo jeito. Enfim, esperamos aproximadamente 1:30h, mas a fama, e as constantes recomendações foram suficientes para enfrentar o tempo na noite do bairro da Liberdade em São Paulo.

Enfim, já no balcão, a opção foi o Missô Tonkotsu, o lámen com carne. Delicioso prato, bem servido e preço justo. Com carne de porco e um ovo cozido com uma camada preta que não tem boa aparência e o gosto continua sendo de ovo, mas deixa o prato mais interessante na composição.

Mas não esqueci do que mais surpreendeu, o guioza. Este pastel chinês recheado, que também conquistou o gosto japonês, é produzido no Aska com massa fina, recheado com carne de porco, grelhado e cozido. Um dos melhores já provados!

Uma curiosidade, tem uma lista de “regras” para frequentar a casa, do tipo: “você vai esperar na rua, não pode esperar sentado”; “você vai dividir a mesa com outra pessoa caso haja fila de espera”; “saia o mais breve possível quando terminar”, entre outros que aparentemente não são tão simpáticos, mas talvez válidos pelo comportamento de alguns frequentadores.

Uma informação importante: NÃO ACEITAM CARTÕES, APENAS DINHEIRO.

Vale a visita pela comida e preço justo.

Colaborou: Thielly Zamorano

Fila de espera na porta do Aska

O ótimo lámen do Aska.

E o fantástico guioza.

Onde: Rua Galvão Bueno, 466. Liberdade, 607. São Paulo, SP.
Quanto: Tonkotsu Misso R$ 18,00. Gyoza R$ 12,00. Cerveja Proibida R$ 7,00.
Quando: Ter – Dom: 11:00 – 14:00 e 18:00 – 21:00.
Opção Vegetariana: não.
Sugestões: acompanhe com uma cerveja.
Como pagar: dinheiro.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Liberdade ou São Joaquim.
Acessibilidade: Não.
Site: –
Telefone: 11. 3277-9682
Data visita: Junho de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Aska-Restaurante/186218581413879
Observações: relaxe e curta a espera.
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A única cerveja disponível.

10 06, 2017

Temakão

Por |junho 10th, 2017|Oriental, Restaurant, São Paulo, Temaki|0 Comentários|

Esse é um desses restaurantes que geralmente integram listas em diversos sites de comida, nesse caso listas com as maiores (em relação ao tamanho, claro) jguarias culinárias de São Paulo. Especificamente do bairro da Liberdade, local onde se fixou a comunidade Japonesa, lá pelos idos dos anos de 1910.

Bom, este é o “Temaki Amigo”, do restaurante “Sushi Yoshi” ou Sushi Amigo, até agora não sei exatamente o nome do restaurante, mas ele é fácil de encontrar, fica na Avenida Liberdade, em frente da casa Portugal, do outro lado da rua, e está lá uns 30 anos aproximadamente.

Breve história: o temaki, segundo consta, nasceu no século 19, no Japão, claro, e assim como hoje era uma opção de comida rápida, e nessa versão do Yoshi, vale por uma refeição, pois ocupa o prato e é tão grande que a alga não pode ser fechada. O temaki vem com Wasabi, o que deixa muito melhor! É bom, e vale a ida por isso.

Mas há outros atrativos, como a boa conversa com o proprietário e sushimen, o Sr. Yoshi, ou o ambiente com características tradicionais de restaurantes japoneses, parece que o tempo parou lá, e isso é muito legal!! Aliás, se espera um restaurante moderno, limpo, com boa iluminação, espaços generosos, decoração nova, acabamentos construtivos em perfeitas condições, nem se aproxime do restaurante. Ele é rústico, sem muitos cuidados na aparência e na limpeza. mas, como dito, vale pelo Temaki e pela simpatia dos proprietários.

Vale a ida pela comida mesmo.

Ambiente rústico, mas agradável.

Temaki grande!

Onde: Av. Liberdade, 607. São Paulo, SP.
Quanto: Temaki “amigo”: R$ 20,00. Caipirinha: R$ 25,00 (máximo).
Quando: Das 18h às 01h. fecha nas terças-feiras.
Opção Vegetariana: não.
Sugestões: acompanhe com a caipirinha.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Liberdade ou São Joaquim.
Acessibilidade: Não.
Site: –
Telefone: 11. 3277-1616
Data visita: Junho de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/Holyburgersp/
Observações: -.
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Outro Temaki

Caipirinha

7 05, 2017

holy?

Por |maio 7th, 2017|Burger, Hamburguer, Lanchonete, São Paulo|0 Comentários|

O super comentado Holy Burguer fica no bairro da Consolação (alguns dizem que lá ainda é Vila Buarque, mas o correto mesmo é Santa Cecília!), em São Paulo. O ponto é badalado, sempre cheio de gente, durante a semana são os universitários, fins de semana a galera moderna e curiosos.

Já resumindo, vá só pelo lanche. O sanduíche é realmente muito bom, e o escolhido foi o Saint Gorgon, que pelos ingredientes poderia ficar péssimo ou muito bom. Ponto ganho, o sanduíche é ótimo e bem equilibrado, o hamburguer macio e veio no ponto pedido, queijo gorgonzola (sem excesso, mas ainda com sabor), cebola caramelizada (este  poderia ter mais), agrião e o pão preto macio. Tudo bem montado e mantendo a integridade do conjunto.

O ambiente é rústico, pouco iluminado, opta por decoração despojada. O básico.

A espera: havia lugar no balcão, o que ajudou na hora de ser atendido. O pedido também foi rápido. Mas conversando com outros clientes, ouvi que algumas vezes o atendimento demora muito. Talvez em dias mais movimentados.

Entretanto o que deixou a desejar, e muito, foi o atendimento rude, indiferente e algumas vezes agressivo. O cardápio rasgado e úmido foi simplesmente jogado no balcão. Alguns clientes ficavam esperando alguém da equipe olhar para a mesa para serem atendidos, o que demorava muitos minutos. Assim, embora possua realmente um dos melhores hambúrgueres da cidade, o retorno é anulado pelo péssimo sistema de atendimento.

o ótimo hamburguer!

Onde: Rua Doutor Cesário Mota Junior, 527. São Paulo, SP.
Quanto: Entre R$ 25,00 e R$ 35,00 os hamburgueres.
Quando: Segunda a sexta, das 12h às 16h. Segunda a quinta das 18h à 0h. Sex até a 1h. Sáb das 12h à 1h.
Opção Vegetariana: sim, hamburguer de falafel.
Sugestões: opte como acompanhamento uma das cervejas, a IPA madalena é Madalena IPA é cremosa e cítrica, amargor leve. Boa para acompanhar sanduíches mais encorpados.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Sim.
Perto do metrô: República.
Acessibilidade: Não.
Site: http://www.holyburger.com.br/
Telefone: 11. 3214 1314/3214 1319
Data visita: Maio de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/Holyburgersp/
Observações: -.
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uma IPA bem leve.

16 04, 2017

Cerveja e pizza.

Por |abril 16th, 2017|Cerveja, Chopp, Pizza, roleta russa, São Paulo|0 Comentários|

Pizza é sempre bom. Mas acompanhada com vinho melhor ainda. Mas espera, o assunto é chopp, porque, com chopp, aí fica muito melhor ainda!!

Nenhuma leitura anterior desse curioso lugar, aliás, o intuito era outro estabelecimento, mas a curiosidade pela pequena porta, com algumas poucas mesas (duas na verdade) na calçada chamou a atenção. Já na calçada é possível ver as torneiras de chopp, dispostas no balcão. É a Seraphina Cervejaria, no boêmio bairro da Vila Romana, que está lá na rua rua Coriolano aproximadamente 1 ano.

Pizza tradicional, acompanha bem a cerveja, na verdade chopp. Fornecida pela pizzaria Paulista, anexo à cervejaria. Nenhuma novidade no sabor, mas bem feita.

Mas aí tem o diferencial. A “Cervejaria” é uma pequena loja de rua, com apenas 5 mesas, ambiente rústico, confortável e agradável, típico para beber uma das cervejas/chopp oferecidas, que mudam periodicamente. Hop LAGER, Shornstein IPA, thunderstruck ALE, Oskarblues Pinner. As escolhidas foram:

NE-IPA Roleta Russa, uma New England IPA, aspecto turvo, não muito escura, amargor médio, cremosa, no final gosto cítrico. Servida na temperatura ideal.

A cerveja Coruja Extra Viva, sem conservantes, já foi aqui comentada, e é sempre ótima, por isso é uma escolha óbvia e recorrente. O dispenser do chopp dela está fixado numa antiga geladeira Frigidaire, o que deixa mais interessante.

O retorno é garantido.

 

Bico de chopp na geladeira antiga.

Pizza de atum, boa para acompanhar o chopp.

Onde: Rua Coriolano 1132. Vila Romana/ Lapa. São Paulo, SP.
Quanto: pizza: entre R$ 35,00 e R$ 55,00. Brotinho: R$ 35,00. Cervejas: 300 ml: entre R$ 10,00 e R$ 15,00. 500 ml: entre R$ 14,00 e R$ 22,00
Quando: segunda a domingo. 18:00 às 23:00 (sexta e sábado até 0:00)
Opção Vegetariana: sim.
Sugestões: é possível degustar as cervejas em shots antes da escolha.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Sim, pizza e cerveja.
Perto do metrô: não, mas da estação CPTM Lapa.
Acessibilidade: Não.
Site: –
Telefone: 11 3872-4477
Data visita: Abril de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/QuintadoOlivardo/
Observações: -.
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Saúde!

14 04, 2017

“ora poish”… bacalhau

Por |abril 14th, 2017|Restaurantes|0 Comentários|

Meu bisavô era da terrinha, a conhecida Portugal. O que transformava em um absurdo o fato de, quando criança, não suportar o tal do bacalhau, sempre presente nas mais diversas ocasiões na casa de meus avós. Felizmente as coisas mudam. Não só mudam, mas parece que esses tais genes nos obrigam a recordar o passado, com o desejo gigante de comer esse peixe salgado. Passa-se então a buscar no Google: “restaurante com bacalhau”… e apareceram muitas opções, mas 3 interessantes, votação feita e o escolhido foi o “Quinta do Olivardo”.

Bom, era domingo, e “quinta” nesse caso é qualquer propriedade de características rústicas e cercada de árvores, conforme a tradição portuguesa, e esse restaurante é assim, uma propriedade que traz o clima das fazendas para um passeio de fim de semana.

A primeira impressão é “caramba, deveria ter vindo mais cedo, porque tanta gente sai para comer de domingo???!!!”. Mas logo essa questão desaparece, o local é grande e possui vários estacionamentos, dispostos na propriedade.

E aí vem a segunda impressão: “caramba, deveria ter vindo mais cedo, vou esperar horas na fila!!”. Mas logo essa questão também desaparece, o lugar possui vários “quiosques”, com doces portugueses, bolinho de bacalhau, “prego no pão”, um tradicional lanche português. Além de chopp, vinho, vinho de chopp, suco de vinho, pastel e o bolo do Caco. Tem também um pseudo vinhedo e para as crianças muitas atividades.

O restaurante é arejado, tem uma grande sacada onde se pode ver a paisagem de São Roque, cidade a cerca de 60 km de São Paulo.

Há muitas opções no cardápio, mas nem todas disponíveis. Problema que foi contornado com simpatia pelo garçom, que sugeriu um prato conforme nosso desejo, um bacalhau em postas, no forno e com muito azeite. Também com batatas, cebolas, tomates, azeitonas pretas e ovo cozido. Bem servido e bem montado no prato pelo sempre simpático garçom. Nem preciso falar que é muito bom!!

No restaurante, os proprietários percorrem constantemente o salão. Ótimo! Parabéns!

Sobremesa: pastel de Santa Clara, pastel de Belém (nata) e pastel de Coimbra. Opte pelos três na primeira visita, já na segunda peça de uma vez os três dos pastéis de Belém. É o melhor, vem quente, já que produzem todos os dias, e pelo visto em grande quantidade, a cada hora um sino toca avisando que nova fornada saiu! E não sobra um.

Ah, agradeço a ótima companhia desta vez da Thielly Zamorano, que entende mais de comida do que a maioria, e que transforma qualquer refeição numa contínua sequencia de piadas inteligentes!

A comida é ótima, o atendimento idem, mas a visita vale pelo lugar:

Bacalhau, arroz e batatas.

Suco de uva, ou vinho.

Onde: Estrada do vinho, km 4. São Roque, SP.
Quanto: ceviches: Pratos com Bacalhau: entre R$ 163,00 e R$ 188,00. Sobremesas: R$ 7,00. Bolinho de bacalhau: R$ 7,00. Leitão à bairrada: R$ 187,00.
Quando: domingo à quinta: 9:30h às 17:30h. Sexta e sábados: 9:30h às 22:30h.
Opção Vegetariana: NÃO.
Sugestões: passe na lojinha antes de ir embora, opções de doces, vinhos, e produtos portugueses.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Sim.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: o que é metrô?
Acessibilidade: Não.
Site: http://quintadoolivardo.com.br/
Telefone: 11 4711.1100 / 4711.1923
Data visita: Abril de 2017.
Facebook: https://www.facebook.com/QuintadoOlivardo/
Observações: -.
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Lugar agradável


Vinhedos só para turista ver.

Os tais doces portugueses

Prato pronto

17 01, 2017

Mercado I: Comedoria

Por |janeiro 17th, 2017|Comida de rua, Peixe, Quiosque, Regional, Sanduíche, São Paulo, Típicas|0 Comentários|

“Gosto do bairro de Pinheiros”, dificilmente encontra-se um paulistano que discorda dessa afirmação. Pinheiros (na zona Oeste da cidade de São Paulo, próximo às margens do rio de mesmo nome) é um bairro contemporâneo, embora seja um dos mais antigos da cidade (alguns dizem que é o mais antigo). Surgiu no século XVI, a partir de aldeias indígenas expulsas de outras localidades pelos portugueses. Mas o bairro começou a se desenvolver mesmo com a chegada dos bondes e do Mercado Municipal de Pinheiros em 1910, na época chamado “mercado dos caipiras”.

Ele perdeu essa alcunha, mas o Mercado continua atrair muita gente, principalmente depois das reformas que o tornaram um novo centro de gastronomia popular. Mas antes vale o histórico: primeiro, seu nome completo é “Mercado Municipal Engenheiro João Pedro Carvalho Neto”. Foi reinaugurado, já no novo endereço, em 1º de março de 1971. O projeto é dos arquitetos Eurico Prado e Luiz Telles. Mas só em 2014, já restaurado, veio o diferencial, o mercado foi atualizado, dando aos paulistanos não apenas um local para compra de produtos, mas sim uma área de reunião e convivência, proposta que contribui para a utilização de áreas dessa tipologia.

Hoje, além dos antigos box do mercado, encontra-se alguns restaurantes consagrados, como o Mocotó, instituto Atá (Alex Atala), e a cevicheria do chef boliviano Checho Gonzales, a Comedoria Gonzales.

Essa foi a nossa primeira escolha. A Comedoria fica no BOX 85, no final da passarela da entrada principal. É um box simples, mas bem resolvido, não há mesas, e o atendimento é feito no balcão ou em poucas mesas altas próximas ao local. Sempre está lotado. Com longas filas, o que, nesse caso, pode significar a apreciação do mercado, sempre colorido e cheio de pessoas peculiares transitando em seus amplos corredores.

O prato principal da casa é, claro, o ceviche. Há quatro opções como suco de manga, suco de milho, cambuci ou gergelim, com peixe ou frutos do mar. O de Cambuci (fruta típica da Mata Atlântica) é curioso. Peixe, suco de cambuci, suco de limão, suco de tomate, cebola roxa, tomate, pimenta dedo de moça, milho verde e farofa. Muitos dizem que os ceviches dali são os melhores de São Paulo, concordo, mas coloco entre os 2 melhores. O ceviche é muito equilibrado, o suco de limão não prevalece (como muitos na cidade), traz pouca acidez e leve ardência da pimenta. Nenhum sabor em evidência, e sim todos os componentes com boa proporção. Vale notar que a porção vem na medida correta, nada daqueles ceviches em pratos fundos que alimentariam 2 pessoas. Isso é um ponto positivo, comida não deve ser servida em grande quantidade, mas sim em boa qualidade.

O Choripán tem origem Argentina, é uma versão de nosso pão com linguiça. Mas com o diferencial: pão crocante, lembra o italiano; linguiça de textura macia, com pimenta; molho vinagrete. Lanche simples feito com qualidade.

Sobremesa: 3 leches, pão de ló com calda de leite e doce de leite. (só o doce de leite já comprova que o bolinho é muito bom!!!)

Atendimento rápido e simpático, com o Checho cumprimentando todos os clientes calmamente, sem perder a velocidade do preparo dos pratos. (aqui vale o comentário, trabalhar com essa quantidade de saídas, e ainda ter que se relacionar com os clientes não é fácil, mas o chef faz isso de modo simpático, vale o respeito e admiração!)

Enfim, um local para repetir, para ir com amigos ou aproveitar que está na região e comer um lanche rápido. Vele pela comida, e ambiente. Ótimo custo benefício. (primeiro post que optamos por 2 diferenciais!)

               

 

Onde: Rua Pedro Cristi (esq. Rua Dr. Manoel Carlos Ferraz de Almeida) – nº 31. BOX 85- Pinheiros – São Paulo – SP – Brasil
Quanto: ceviches: R$ 21,00 (peixe do dia); choripan: R$ 15,00; 3 leches: R$ 9,00; cerveja: R$ 13,00.
Quando: 2ª – sábado: 10:00 – 22:00
Opção Vegetariana: NÃO.
Sugestões: acompanhe com o chopp Coruja (a cerveja viva é melhor, mas o chopp também vale MUITO a degistação).
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Sim, do mercado, mas sempre lotado!
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Sim, Faria Lima (linha Amarela).
Acessibilidade: Não.
Site: –
Telefone:  11. 38138719
Data visita: Dezembro de 2016.
Facebook: https://www.facebook.com/comedoriagonzales/
Observações: -.
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choripán

ceviche

“3 leches”

 

Mais sobre Pinheiros e o Mercado.

Prefeitura de São Paulo
Wikipedia
Pinheiros
Mercado de Pinheiros 43 anos depois

o mercado no início do século 20.
Fonte: http://www.gazetadepinheiros.com.br/cidades/fotos-guardam-a-historia-de-pinheiros-para-o-futuro-17-08-2012-htm