20 10, 2013

O Beco do Moleque

Por |outubro 20th, 2013|Restaurantes, São Paulo|0 Comentários|

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É aquela história. Nem sempre a aventura gastronômica nas ruas da cidade é simplesmente pela comida. As vezes pode ser o lugar, a história, uma curiosidade ou uma experiência, mesmo que esta última não seja positiva.

Enfim, o italiano Vico d’O Scugnizzo é um bom exemplo dessa realidade. Enfim, chega-se a ele pela rua Artur de Azevedo, no bairro de Pinheiros, o que inicialmente resulta em boas opções de restaurante. Este fica numa ruela, embaixo da rua Henrique Schaumann, até aí tudo ótimo, a entrada é uma pequena vila, com janelas típicas, um varal com roupas penduradas e piso de paralelepípedos. É fácil,  entre, vire a direita, depois a esquerda ande alguns passos e chegue ao salão… trajeto não indicado para míopes ou pessoas com problemas de visão noturna.

Vico d’O Scugnizzo significa no dialeto Napolitano “beco do moleque de rua” esses scugnizzi, segundo as histórias, roubavam as pessoas durante a Segunda Grande Guerra a noite para venderem os mesmos produtos durante o dia.

Mas enfim, o ambiente é escuro (as fotos falam por si), de difícil acesso, acabamentos rústicos não por opção, imitando uma vila Napolitana com janelas e portas falsas, cozinha aberta, e alguns outros itens descritos a seguir. Talvez características decorrentes dos 30 anos de funcionamento do estabelecimento.

Sobre a comida, escolhida num sujo cardápio. Segundo o impaciente garçom os pratos mais vendidos são o ravióli, o fusilli e a lasanha. A opção foi pelo Ravióli ao forno, com molho ao sugo gratinado com muzarela.  O que salvou foi o queijo ralado. Esperava-se um ravióli caseiro, mas o servido foi um industrializado, numa pequena cumbuca individual de R$ 46,00. Assim é mais válido passar no supermercado comprar um ravióli da Sadia, um molho da Barilla e queijo faixa azul por menos de 20 reais para duas pessoas.

Enfim, vale a visita quando a opção for: ir num lugar de difícil acesso, escuro, com garçons displicentes que fazem parecer que você não existe, comida que pode comprar no supermercado e fazer em casa muito melhor, ambiente escuro onde não pode ver o prato, pagar caro por pratos simples… ou seja, aquele lugar ideal para comparecer e impressionar a amante após a esposa falar, numa anterior visita, que “nesse lugar eu não volto mais”.

Ah, não aceitam cartões! Mas são ágeis, levam rapidamente a comida à mesa, e tiram o prato antes da última garfada chegar a boca. E tem música ao vivo…

Vale a ida pela diversão.

O tal do ravióli ao forno.

O tal do ravióli ao forno.

Onde: Rua Artur de Azevedo, 773. São Paulo, SP.
Quanto: Raviólia ao forno: R$ 46,00. Couvert artístico: R$ 5,00. Buffet: R$ 6,00 o prato. Entrada: R$ 6,90
Quando: segunda a sexta: 19h à 1h30. domingo: 12h às 17h. sábado: 12h às 17h e 19h à 1h30.
Opção Vegetariana: Não. Nem o buffet (que não possui identificação dos pratos).
Sugestões: vá com muito bom humor… nunca num dia ruim…
Como pagar: dinheiro ou cheque. NÃO ACEITAM CARTÕES, mas recomendam um caixa eletrônico perto… :/
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: não.
Acessibilidade: não.
Site: –
Telefone: (11) 3085.6912
Data visita: Outubro de 2013.
Observação:

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24 09, 2013

Ting…

Por |setembro 24th, 2013|Massas, Oriental, Restaurantes|0 Comentários|

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Estamos surpresos!!! O TING não foi o que esperávamos para um restaurante tipicamente chinês…. Esperávamos ser maltratados, comer num ambiente escuro e com cumulus nimbus de gordura pairando pelo ambiente, com garçons sem paciência e sem opções vegetarianas.

Felizmente o TING não é assim. Fomos recebidos pelo pai dos proprietários que simpaticamente nos cumprimentou. Na sequência sentamos tranquilamente numa mesa limpa, sem a esperada gordura de outros restaurantes. Observamos o ambiente, claro, limpo, com decoração simples e consistente com o propósito do estabelecimento.

A cozinha pode ser observada do salão, mesmo assim não há cheiro de gordura no ambiente, o piso e paredes são limpos. Os clientes são famílias que buscam um almoço juntos; ou casais, de todas as idades, assim como grupos que buscam uma boa comida com preço justo.

E então chega o garçom, e nova surpresa, é solícito e dedica o tempo a explicar os pratos e as opções mais consumidas. Faz mudança no prato vegetariano, tranquilamente, sem a impressão de que está fazendo  um enorme favor ao cliente.

Isso explica porque o restaurante está na rua Cerro Corá desde 1983, tem bom atendimento, um ambiente simples e agradável, com ótima comida chinesa. Da qual provamos o tradicional yakisoba.

Vem em uma porção que serve 2 ou mais pessoas, a meia porção pode servir facilmente 2 pessoas não famintas, o que nunca é nosso caso. O macarrão tipo lámen vem bem frito, macio e com textura ideal para a iguaria. Ingredientes como legumes e carnes são bem finalizados, mantendo cor e sabor. O prato não vem com excesso de sal, como é comum, permitindo ao cliente dosar o tempero conforme seu gosto. E o melhor, é servido em poucos minutos.

Vale muito a visita. Boa comida e preço justo.

yakissoba tradicional

yakissoba tradicional

Onde: R. Cerro Corá, 2034. Alto da Lapa. São Paulo, SP.
Quanto: Yakissoba: entre R$ 35,50 e R$ 50,00. 1/2 porção entre R$ 25,00 e R$ 35,00.
Quando: terça a domingo: 11:30-15:30h e 18:30-23:00h.
Opção Vegetariana: Sim.
Sugestões: os “kits” servidos no jantar.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Sim (associado).
Faz entrega: Sim.
Perto do metrô: Não.
Acessibilidade: Não.
Site: 
Telefone: (11)  3022.5050
Data visita: Setembro de 2013.
Observação: sempre bom acompanhar com saquê.

yakissoba vegetariano

yakissoba vegetariano

 

 

 

 

27 08, 2013

Coma como na Bolívia

Por |agosto 27th, 2013|Regional, Restaurantes, São Paulo|0 Comentários|

Assim como na série Man vs. Food do canal Fox Life, almoçar num restaurante típico de comida boliviana é um desafio. Mas um bom e divertido desafio.

Antes o contexto…

A comunidade boliviana encontra no bairro do Brás, zona Leste da cidade de São Paulo, um local para manter forte as relações com o país de origem. Lá é possível encontrar na feira que ocorre aos sábados, produtos, roupas, serviços e principalmente comida oferecida aos oriundos desse culturalmente rico país. Há diversos tipos de milhos, como o choclo morado e maiz blanco, assim como pães diversos (e há muitos!!) e uma iguaria similar à nossa pamonha, a huminta.

E há os restaurantes. Nestes os cozinheiros são geralmente bolivianos, e servem obviamente, os mesmos pratos que são consumidos no país natal. Afinal o caro leitor do Brasil também sentiria falta do arroz e feijão caso morasse em outro país.

Destaca-se nesse curioso cenário gastronômico, o El Campeón. Localizá-lo em meio às inúmeras barracas já é um desafio. Por sorte conseguimos rapidamente uma mesa, que acabara de ser desocupada. O restaurante está sempre lotado aos sábados. Então paciência e persistência são essenciais.

O ambiente é confortavelmente simples. Os frequentadores, praticamente na totalidade, possuem origem boliviana. Assim o atendimento é obviamente em espanhol, mas as atendentes são atenciosas e se preocupam em garantir que o prato seja bem compreendido pelo cliente não acostumado com a culinária típica.

Vale citar a sensação de visitar o restaurante, é um ambiente de respeito, familiar, com pessoas falando baixo, sem olhares invasivos. Diferente de muitos lugares pelos quais passamos. Só isso já é um motivo para retornar.

Mas o que provamos lá? Comida boliviana, claro. O cardápio não dá pistas sobre o que são os pratos, assim há a necessidade de ir acompanhado com alguém que conheça os pratos, ou apelar para o Google Imagens.

Começamos com o já conhecido mocochinchi, um suco típico feito de pêssego seco na neve, açúcar e canela. No restaurante é servido em jarra. É ótimo!! Melhor ainda para os amantes da canela!

O que provamos. O Pique Macho, um “mix” de proteínas e carboidratos, com carne, vegetais, salsichão boliviano, azeitonas, batata frita e maionese, esta última utilizada em abundância pelo povo boliviano. Sim, um detalhe, o prato apresentado na foto abaixo é a versão “pequena”, praticamente um prato para crianças. Aliás, é assim que você se sente na primeira garfada… o prato é divertido e colorido!

O segundo prato, o Pacumuto, com mandioca, carne bovina e arroz com queijo de cabra.

Vale a visita. Ainda mais com os preços muito convidativos. Pratos bem servidos com preços médios de R$ 20,00.

Colaboração: Thielly Zamorano

o ótimo Mocochinchi.

o ótimo Mocochinchi.

Onde: R. Coimbra, 82. São Paulo, SP.
Quanto: Pique macho: R$ 16,00. Pacumuto: R$ 18,00. Mocochinchi: R$ 4,00 (jarra de 1,5 litro)
Quando: sexta a segunda.
Opção Vegetariana: Não. Não mesmo! E nem pergunte!
Sugestões: claro, acompanhar com o mocochinchi.
Como pagar: dinheiro e cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Bresser.
Acessibilidade: Não. Mas possibilita a entrada do cadeirante.
Site: –
Telefone: (11) 2081-2617
Data visita: Agosto de 2013.
Observação: –

Pacumuto.

Pacumuto.

Pique macho

Pique macho

 

9 08, 2013

Árabe em Perdizes

Por |agosto 9th, 2013|Árabe, Restaurantes, São Paulo, Uncategorized|1 Comentário|

Ok, parece que não, mas realmente é coincidência que este seja o quarto post de um restaurante árabe. Ok também que até agora não nos decepcionamos com nenhum, assim a possibilidade de um quinto post similar aumenta a cada dia. (inclusive esperamos por isso!!!)
Gosto do bairro de Perdizes, na zona Oeste de São Paulo, cujo nome é decorrente das chácaras que ali criavam essa espécie de ave. O bairro é tranquilo, e os frequentadores sempre muito amistosos. E assim também é a Casa Cury.
Ela possui uma fachada que lembra as antigas mercearias, com porta de correr e pé-direito alto, o que também promove um ambiente simples, com poucas mesas e portanto muito acolhedor.
A atendente e a gerente Alessandra são muito simpáticas, mas com apenas 2 (dois) meses com a casa aberta, algumas vezes o atendimento atrasa, fator minimizado pela preocupação constante dessas; e totalmente esquecido quando os pratos começam a chegar. Daí só resta saborear.
O chefe Celso Cury comanda a cozinha, além de eventualmente percorrer o salão e também demonstrar simpatia no atendimento. Já falei muitas vezes aqui sobre a importância da relação Restaurante X Cliente, e neste ponto tudo foi perfeito na Casa Cury.
Entrada: os tradicionais, coalhada, homus e babaganuche, com o sempre bom pão pita. Ótimos.
Pratos: falafel, charutos de carne com folha de uva e o Iskender kebab, um prato com carne assada e fatiada, coberta com um ótimo molho de tomate, tudo sobre o pão pita, acompanha salada e coalhada seca. Todos ótimos, adaptados para o paladar brasileiro, ou seja, sem excesso de temperos. Valem também o chá de hibisco e o chopp Bamberg.
E por último, um importante fator, o preço. A Casa Cury possui preços justos, o que deve ser valorizado com a constante visita de todos admiradores da comida árabe.

Coalhada, babaganush e homus.

Coalhada, babaganush e homus.

Onde: Rua Apinajés, 597. São Paulo, SP.
Quanto: Pratos em média R$ 18,00 a 50,00
Quando: 4ª a sábado: 17-23h; domingo: 13-18h
Opção Vegetariana: Sim.
Sugestões: Optar por um dos pratos descritos na lousa.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Sumaré. (mas não muito).
Acessibilidade: Não.
Site: –
Telefone: (11) 2589.1218
Data visita: Agosto de 2013.
Observação: Peça a sugestão do chefe.

Iskender kebab

Iskender kebab

9 06, 2013

Árabe na Vila Sonia

Por |junho 9th, 2013|Regional, Restaurantes, São Paulo|0 Comentários|

O primeiro erro do visitante é subestimar o lugar. Uma fachada simples que aparenta ser um bar, essa é a primeira impressão do Sainte Marie… então a surpresa e experiência é melhor! Mas vamos por partes…

Algum tempo venho comentando sobre a necessidade de dar uma nova experiência ao usuário frequentador de restaurantes, talvez pela formação em design e a sensação que a interação humana com qualquer coisa tem uma característica emocional muito importante. É assim que nesse restaurante, o conceito de comfort food pode ser compreendido.. ou sentido. É agradável e tranquilo… slow food total, e não desagrada, talvez pelo clima familiar.

O Sainte Marie é comandado pelo simpático libanês Stephan Kawijian, que parece se divertir com o preparo dos pratos, o que torna sua presença no salão muito importante. Vale citar a pouca quantidade de mesas, então é bom sempre ir preparado para aguardar um pouco… nada que não se resolva com alguma das entradas, como a coalhada seca, o Mtabaleh ou a Basterma, uma carne fatiada desidratada com páprica! Ótima.

Há um cardápio fixo e outro que sempre possui pratos diferentes e saborosos…como foi o caso do carré de carneiro. Também ótimo o Moussaka, e a sobremesa, e atendimento.. enfim, tudo funcionou muito bem… Com certeza vale a visita… e nesse caso repetir outros dias.

E na volta aproveite para levar para casa um pouco do Sainte Marie com os alimentos frescos para viagem.

 

Carré de carneiro do Sainte Marie.

 

Onde: Rua Dom João batista Costa, 70. Vila Sonia. São Paulo, SP.
Quanto: Moussaka: R$ 35,00; Carre ed carneiro: R$ 84,00; Basterma: R$ 15,00
Quando: Segunda a sexta: 12::00 – 15:00; sábados: 12:00 – 17:00h
Opção Vegetariana: Sim.
Sugestões: Aceitar as sugestões dos proprietários, sempre dispostos a agradar o cliente.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não. (só para festas)
Perto do metrô: Não.
Acessibilidade: Sim.
Site: https://www.facebook.com/Mercizao
Telefone: (11) 3501-7552
Data visita: Junho de 2013.
Observação: Vale a divertida leitura do cardápio, tão simpático quanto o atendimento.

Basterma

Moussaka

Doce com tâmaras e calda de laranja

 

 

22 04, 2013

Líbano na Vila Madalena

Por |abril 22nd, 2013|Regional, Restaurantes, São Paulo|0 Comentários|

Já acostumado com a comida árabe ofertada em vários pontos da cidade, optamos por conhecer o Balila e sua comida libanesa “pop”, já que é a mesma oferecida nas ruas do país de origem.

Esperando um ambiente típico, ficamos um pouco decepcionados com o clima contemporâneo… Mas essa foi a única decepção! Já na entrada fomos muito bem recepcionados, a simpatia do gerente e atendentes já conquista no primeiro momento. O bairro de Pinheiros na Zona Oeste de São Paulo é assim, profissional quando falamos sobre restaurantes.

O restaurante é amplo e confortável, possui uma cozinha panorâmica, onde pode-se ver o preparo dos pratos e conhecer o saj, uma chapa convexa onde os pães são preparados.

Sobre os pratos, optamos pela entrada de um “trio degustação”, com homus, babaganouch e coalhada seca, esta última realmente muito boa, tanto que pedimos uma porção para acompanhar os outros pratos posteriormente. Vem acompanhado de uma cesta de pães: pita, folha (quente!) e pita torrado. Tudo bem temperados e com sabor, ao contrário do que encontra-se em muitos outros restaurantes.

Os kebabs não decepcionam, mas também não possuem diferenciais, são ótimos e só. A tal da batata “harra” é dispensável. Vale o retorno pelos manouches, sanduíches que lembram um wrap. Também faltou experimentar o Falafel Burguer, com certeza a escolha na próxima visita.

A sobremesa trouxe uma surpresa, um sorvete de Halawi, doce típico feito com gergelim. Não lembra muito o doce original, mas vale pela experiência. Enfim, mais um restaurante de rua que com certeza vale a visita.

Grelhados e a batata “harra”.

Babaganouch, coalhada e homus

Onde: Rua Maria Carolina, 674. São Paulo, SP.
Quanto:
Quando: Segunda a sábdo. 12:00 h às 22:00 h
Opção Vegetariana: Sim.
Sugestões: Pergunte aos atendentes o que siginifica “Taibé” estampado em suas camisetas.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Sim.
Perto do metrô: Não.
Acessibilidade: Sim.
Site: http://www.balilarestaurante.com.br/
Telefone: (11) 3097.0802
Data visita: Abril de 2013.
Observação: –

Sorvete de Halawi

 

21 01, 2013

Lá do Litoral… mas longe da praia

Por |janeiro 21st, 2013|Bar, Comida di Buteco, Restaurantes, Santos|0 Comentários|

Em Santos, o bairro da Pompéia muito se assemelha à Pompéia da capital São Paulo. Ruas tranquilas, arborizadas e propícias para a conversa de rua, preferencialmente em um dos inúmeros bares, tanto da capital quanto do litoral.

O bar Bodegaia fica ali em Santos, na rua República Argentina a 6 anos, tem a decoração rústica, mas que promove a boa interação entre fregueses, suas famílias e os atendentes. Atendimento que deixa a desejar em alguns momentos, com garçons displicentes e, na ocasião, não conhecedores dos pratos e bebidas que o restaurante/ bar serve. Claro que não atrapalha o bom ambiente e comida, mas poderia melhorar nesse quesito. O samba de raiz calmo deixa o clima bem agradável.

Faltam também cuidados nos detalhes, como a boa higienização de utensílios e limpeza das mesas.

Agora os pontos positivos. Foi escolhido o escondidinho de carne seca, recomendado pelo garçom como um dos pratos mais servidos,  e o mesmo não decepcionou. A apresentação é simples, mas correta, possui bom tempero, pouco sal, textura e temperatura também equilibradas. Vale a pedida, e o preço é justo.

Os pratos servidos na telha possuem boa apresentação e certamente serão a opção na próxima visita. Vale citar que na foto do site o escondidinho é apresentado na telha, mas no serviço o mesmo foi entregue na cuia de barro.

Destaque para a boa carta de cachaças e as cachaças aromáticas (bananinha, abacaxi, cravo e canela, entre outras)

Escondidinho de carne seca do Bodegaia.

Escondidinho de carne seca do Bodegaia.

 

Onde: Rua República Argentina, 80. Santos, SP.
Quanto: escondidinho de carne seca: R$ 26,40
Quando: Segunda a domingo.
Opção Vegetariana: Sim.
Sugestões: Pimenta da casa, com dedo de moça e cumari.
Como pagar: dinheiro ou cartão.
Estacionamento: Não.
Faz entrega: Não.
Perto do metrô: Não.
Acessibilidade: Não.
Site: http://www.bodegaia.com.br
Telefone: (13) 2202-2396
Data visita: Dezembro de 2012.
Observação: –